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Personagens do Cabo

 Envie sua sugestão ou texto sobre alguém que você considera um autêntico Personagem do Cabo , ou seja, pessoa da cidade, viva ou morta, que mereça destaque por serviços relevantes prestados ao município, particularidades de sua personalidade ou ainda por fazer parte do “folclore” de Arraial do Cabo. Nós publicaremos o seu material, que deve ser enviado para os endereços eletrônico:
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Reinaldo Martins Fialho

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 O jeito simples e espontâneo do escritor e historiador Reinaldo Martins Fialho oculta a alma de um homem preocupado com as raízes, o dia-a-dia e os destinos de Arraial do Cabo, cidade onde nasceu em 30-01-1930 e que é a razão de seu viver. Aos 76 anos, o pesquisador tem em seu currículo uma imensa folha corrida de serviços prestados a sua terra natal.

O resultado de sua respeitável produção intelectual e da incansável busca pelas origens e a identidade cultural de seu povo está materializado num dos cômodos de sua casa, onde aproximadamente 3 mil livros, além de documentos e revistas, misturam-se a inúmeras peças indígenas e achados arqueológicos, constituindo certamente o mais importante acervo sobre a história de Arraial do Cabo. 

Hermes Barcelos

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Hermes Barcellos foi um dos mais ilustres cidadãos do município, por sua influência decisiva para a vida política e social da cidade e o turismo de Arraial doCabo. 

Nascido em 21 de outubro de 1920, o filho de Anízia e Hermenegildo Barcellos era carinhosamente chamado pela população cabista de Fileco, apelido dado pelos pais . Após uma infância de muitas dificuldades e pobreza, em 1935 ele seguia para o Rio de janeiro, ingressando no Colégio Pedro II, onde formou- se quase quatro anos depois. 

Frederico Vilar

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 Nascido em A 18 de outubro de 1875, no Catete – RJ , sua vocação para o mar surgiu desde cedo e fez dele um patriota extremado. Demonstrou esse amor, exaltando e honrando a Marinha de Guerra do Brasil, instituição com a qual estreitou laços ao tornar-se aluno da Escola Naval.Nela o aluno exemplar pôde empenhar toda a sua dedicação e expressar a admiração incondicional que tinha pelo então Diretor, o Almirante Saldanha da Gama, ao lado de quem permaneceu durante todos os atribulados dias da Revolta da Armada, em 1893, e que constituiu-se no “batismo de fogo” do jovem Frederico.